sexta-feira, 5 de abril de 2013

"A leitura pode acontecer no metro, numa estação de comboio, num jardim, num miradouro, nas farmácias"


O programa “Ler em todo o lado” arranca esta segunda-feira em Lisboa. A iniciativa pretende promover hábitos de leitura e a atividade livreira.


Durante o mês de abril estão previstas sessões de leitura, apresentações de livros, oficinas e debates em vários locais da cidade.

Susana Silvestre, da Rede de Bibliotecas Municipais, explica que o objetivo é “mostrar que se pode contar, dramatizar, cantar uma história em vários locais e surpreender as pessoas”.

“A leitura pode acontecer no metro, numa estação de comboio, num jardim, num miradouro, nas farmácias”, acrescenta.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros admite estender a ação a outras cidades do país em 2014.
"Ler em todo o lado"

quarta-feira, 6 de março de 2013


 

Queres ser MULTILINGUE e não sabes como?

Então, participa no concurso que vai ter lugar na biblioteca no próximo dia 15 de Março, pelas 15:20-16:50.

Inscreve-te na biblioteca.

Os prémios são fabulosos!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Conto inédito de Sophia Mello Breyner Andresen terminado pelo jornalista Pedro Sousa Tavares, seu neto.

Para os leitores de Sophia...
Os Maias pelo Teatro Experimental do Porto


Os Maias a partir do romance de Eça de Queirós
23 fevereiro a 27 março, Auditório Municipal de Gaia

“: Os Maias”, com encenação de Gonçalo Amorim, é um espetáculo criado a partir do romance Os Maias, de Eça de Queirós. Destina-se a ser apresentado, preferencialmente, a um público de natureza escolar e visa ser uma "aula sobre Os Maias". O título quer sinalizar isso mesmo: "Dois pontos: Os Maias", como se de um sumário de uma lição se tratasse - uma aula, o mais completa possível, sobre esta obra de Eça de Queirós. Deste modo, a equipa de intérpretes é constituída por dois atores (que são também contadores de histórias, músicos e cantores) e por três professores de português (não colocados). A adaptação do romance é feita pelos professores envolvidos no processo de trabalho em colaboração com os atores e com a equipa de dramaturgia, mais no sentido de servir a "aula" do que dramatizar o romance (que o próprio Eça declarou como a sua obra mais dramatizável). O texto comportará passagens do romance, bem como interpolações que decorrem do ambiente de sala de aula e de um questionamento sobre o papel e estatuto dos professores nas escolas portuguesas. Assim, numa sala de aula três professores e dois atores "dão uma aula" sobre Os Maias. Teatro e escola, arte e ensino, literatura e PowerPoint, Eça de Queirós e o século XXI cruzam-se onde o pensamento ainda é importante: no palco e na sala de aula."

TEP - Teatro Experimental do Porto | Encenação de Gonçalo Amorim | Cenografia/Figurinos Catarina Barros | Desenho de Luz Francisco Tavares Teles | Sonoplastia Eduardo Brandão | Adereços João Rosário | Interpretação Carlos Marques, Sofia Dinger, Andreia Figueiredo, Michelle Domingos e Paulo Silveira

Horário:
De 20 fevereiro a 15 março:
2ª, 4ª, 5ª e 6ª - 10h30 + 15h (espetáculo para escolas)
Sábado - 21h30

De 16 a 27 março:
4ª a sábado - 21h30
Domingo - 16h

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Camilo Castelo Branco









                     Camilo 2.0



No site Camilo 2.0 estarão disponíveis diversos artigos relacionados com o Camilo Castelo Branco, desde referências às suas obras, como críticas do autor a vários assuntos nomeadamente escritores da sua época. Achei um site excelente para quem tem curiosidade de saber mais sobre o autor de Amor de Perdição, e também para quem não teve oportunidade de conhecer Camilo.

Ana Araújo, nº5 11ºD

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Dia dos Namorados está aí!



Atenção...Dia de São Valentim!!!!


São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga.
O imperador Cláudio II, durante seu governo, proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270.
Entretanto, desde 1969 sua data não é mais celebrada oficialmente pela Igreja Católica em função da precariedade de comprovações históricas que levam em questão até mesmo a sua existência.


Escolhe um dos excertos de poemas de diversos autores, que recolhemos, para enviares sms`s inspiradas à tua cara metade [ou a amigo(a)s especiais] !!!!

“Eu sou uma ponte imóvel entre o teu coração e a eternidade.” Pablo Neruda

“Por teus olhos que nunca olharam os meus que te olham trocaria!” Pablo Neruda

“Proclamei-te rainha. Há-as mais altas do que tu…mais puras…mais belas do que tu, mais belas. Mas tu és a rainha.” Pablo Neruda

“…um hino enche o mundo. Apenas tu e eu, apenas tu e eu, meu amor, o escutamos.” Pablo Neruda

“Ninguém mais do que eu desejaria ficar sobre a almofada em que as tuas pálpebras querem fechar o mundo para mim.” Pablo Neruda

“De tudo, ao meu amor serei atento antes (…) dele se encante mais meu pensamento.” Vinicius de Moraes

“Eu possa me dizer do amor (que tive): que não seja imortal, posto que é chama mas que seja infinito enquanto dure.” Vinicius de Moraes

“E é sem dúvida Amor todo este jogo é sem dúvida Amor mas de repente é sem dúvida Amor e não é nada.” David Mourão Ferreira

“Profundíssimos poços de água vinda dos trópicos os teus olhos.” David Mourão Ferreira

“O coração bate em rimas, por isso me é tão difícil escrever sem ele.” Valter Hugo Mãe

“Começo por cerrar os olhos com vida dentro e sentir vontade de enlouquecer muito.” Valter Hugo Mãe

“noutros tempos quando acreditávamos na existência da lua foi-nos possível escrever poemas e envenenávamo-nos boca a boca…” Al Berto

“durante a noite a casa geme agita-se aquece e arrefece no interior frio do olho da tua sombra sentada na cadeira aparentemente vazia.” Al Berto

“Amo-te muito, meu amor e tanto que, ao ter-te, amo-te mais, e mais ainda depois de ter-te, meu amor.” Jorge de Sena

“Só não é belo o que se não deseja ou que ao nosso desejo não responde.” Jorge de Sena

“Meu amor é marinheiro, quando suas mãos me despem, é como se o vento abrisse as janelas do meu corpo.” Manuel Alegre

“Sobre esta página escrevo/ teu nome que no peito trago escrito/ laranja verde limão/ amargo e doce o teu nome.” Manuel Alegre

“Há o teu rosto dentro do teu rosto: único e múltiplo. As tuas mãos de outrora nas tuas mãos de agora/ há o primeiro amor que é sempre o último antes do tempo ou só depois da hora.” Manuel Alegre

“Aquela clara madrugada que/ viu lágrimas correrem no teu rosto/ e alegre se fez triste como se/ chovesse de repente em pleno agosto.” Manuel Alegre

“Pouco mais poderei fazer que versos por tua salvação e é inutil que os faça.” Gastão Cruz

“Estou diante de ti e não sei se revês o mesmo nome sob um rosto legendado.” Gastão Cruz

“Atravessei o jardim solitária e sem lua, correndo ao vento pelos caminhos fora, para tentar como outrora unir a minha alma à tua(…)”Sophia de Mello Breyner Andresen

“Por ti deixei meu reino meu segredo minha rápida noite meu silêncio…e abandonei os jardins do paraíso(…)” Sophia de Mello Breyner Andresen

“Não eram meus os olhos que te olharam(…)nem os lábios sedentos que pousaram no mais secreto do que existe em ti.” Ary dos Santos

“Meu corpo é um barco sem ter porto/tempestade no mar morto sem ti.” Ary dos Santos

“Meu amor   meu amor   meu corpo em movimento/minha voz à procura do seu próprio lamento.” Ary dos Santos

“Esta palavra  saudade/sete letras de ternura/sete letras de ansiedade/e outras tantas de aventura.” Ary dos Santos